Sopro 99

Sopro99

Sopro 99

Roussel, la vie, por Raul Antelo: texto apresentado no lançamento da tradução brasileira de Locus Solus.

A eterna traição dos brancos, por Antonin Artaud: “Por sua vez, essa concepção de moral da natureza e da vida – segundo a qual o homem sente em si mesmo sua própria vida como distinta da Natureza – corresponde a uma ideia dualista das coisas. E sempre vimos nascer o humanismo nas épocas que separaram o espírito da matéria e a consciência da vida. Tal concepção é europeia.”

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Sopro 98: Dossiê Raymond Roussel

sopro98Sopro 98
(nov/2013)

O Sopro [vendaval] 98 festeja a primeira tradução ao português de Locus solus, que já está em pré-venda pelo nosso site e será lançada dia 28 de novembro.

Trata-se de um número especial editado por Fernando Scheibe com textos de César Aira, Laurent Jenny, John Ashbery, Paul Eluard, Robert Desnos, Jean-Jacques Pauvert, André Breton, Claudio Willer, Dominique Nédellec, Roger Vitrac, Fabiano Barboza Viana, Jean Cocteau, Kelvin Falcão Klein, Patrick Besnier, Phillippe Soupault, Osvaldo Fontes Filho, Georges Bataille, Robert de Montesquiou, Michel Leiris, Marta Dantas, Leonardo Sciascia, além de dois fragmentos do manuscrito inicial de Locus Solus cortados da versão final e uma ilustração de Marina Rosenfeld Sznelwar e Beatriz Matuck. Colaboraram traduzindo: Byron Vélez Escallón, Paolo Colosso, Alexandre Nodari, Joca Wolff, Diego Cervelin, Pablo Simpson, Thiago Mattos, Marcelo Jacques de Moraes, Paula Glenadel, Fernando Scheibe, Fabiano Barboza Viana, Ruy Luduvice, Antonio Carlos Santos, Liliane Mendonça, Fedra Rodríguez Hinojosa, Felipe Vicari de Carli e Eduardo Sterzi.

A imagem da capa foi gentilmente cedida pelo artista marcus parcus.

Sopro 96

Sopro96
Sopro 96
(set/2013)

A hipótese anarquista, por Moysés Pinto Neto: “A colocação em jogo da própria vida na esfera política, contrariando o indivíduo burguês que separa público e privado, advém do próprio fracasso da experiência liberal na conquista do “consenso sobreposto” baseado na tolerância recíproca e identificado como a própria “democracia”.”

Experiência(s), verbete de Flávia Cera

Sopro 93

sopro93grandeSopro 93 (ago/2013)

R.O.T.A.V.A.L.O.P.E.R.O.S.M.A.N., texto de Glauber Rocha sobre Osman Lins com notas e estudo (Um caso específico de Estética da Fome: Glauber Rocha opera rotas de Osman Lins) de João Guilherme Dayrell;

Tudo kósmico e exterior: observações sobre a o(do)ntologia do pensamento antropofágico, por Marcos de Almeida Matos

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Sopro 92 – O Tratado do Narciso (Gide)

Sopro92

Sopro 92 
julho/2013

O Tratado do Narciso
(Teoria do Símbolo)
André Gide

Datado de 1891, é a primeira publicação assinada do escritor francês André Gide. Tradução de André Vallias.

Onde Narciso olha é o presente. Do mais distante futuro, as coisas, ainda virtuais, vão de encontro ao ser; Narciso as vê, depois elas passam; escoam no passado. Narciso logo descobre que são sempre as mesmas. Ele interroga; depois medita. Sempre as mesmas formas passam; só o impulso das ondas as diferencia.

Sopro 91 – O clima da história

Sopro 91

 

Sopro 91
(jul/2013)

O clima da história: quatro teses
(Dipesh Chakrabarty)

“Conforme ganha terreno a ideia de que os graves riscos ambientais do aquecimento global estão relacionados com o excesso de gases de efeito estufa acumulados na atmosfera, resultantes principalmente da queima de combustível fóssil e da pecuária industrial para consumo dos seres humanos, surgiram na esfera pública algumas proposições científicas que têm implicações profundas, e até transformadoras, em nossa maneira de pensar sobre a história humana ou sobre aquilo que, recentemente, o historiador C. A. Bayly chamou de ‘o nascimento do mundo moderno’. De fato, o que os cientistas têm dito sobre a mudança climática põe em questão não só as ideias sobre o humano que usualmente dão sustentação à disciplina da história, mas também as estratégias analíticas que os historiadores pós-coloniais e pós-imperiais têm utilizado nos últimos vinte anos, em resposta ao quadro de descolonização e globalização do pós-guerra”  [ Continuar lendo>>> ]

Outros textos publicados no SOPRO sobre a catástrofe ambiental em curso:

Sopro 90 (jun/2013)

capa90

 

Sopro 90

O belo inferno, texto anônimo traduzido por Felipe Vicari de Carli

“O império é essa planetária fábrica do sensível. E exatamente como a religião pretendia unir os homens ao divino quando na verdade os mantinha separados, a religião sensível do império, que pretende recompor a unidade do mundo desde sua base, desde o local, não faz senão fixar em cada lugar e em cada ser uma separação nova: a separação entre o usuário e o dispositivo.”

Cartão de visita, verbete de Victor da Rosa