Totem, de André Vallias

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Totem
André Vallias

Álbum com 40 impressões coloridas (cera térmica) em formato A4 (Papel Color Plus 180g), com caixa/capa em serigrafia. Introdução trilíngue (português, inglês e guarani-kaiowá) de Eduardo Viveiros de Castro.

O poema de André Vallias, considerado por muitos o (contra-)hino de nossos tempos, foi escrito a partir de 222 nomes de povos indígenas. Compostas numa tipologia criada pelo autor, as 26 estrofes do poema tem como imagem de fundo o Mapa Etno-Histórico de Curt Nimuendajú. Acompanha o álbum mapa e gráficos com dados dos povos indígenas no Brasil.

Preço: R$80,00 [frete incluso]

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Multimídia

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Ontologia do acidente, de Catherine Malabou [Novo título]

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Ontologia do acidente:
ensaio sobre a plasticidade destrutiva
Catherine Malabou

Tradução de Fernando Scheibe | Coleção anima | 72 pgs
14 x 20 | Impressão em cera sólida; costura e acabamento manuais

[ A edição original em francês foi publicada pela Léo Scheer, de Paris (2009) ]

Preço: R$35,00 [frete incluso]

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Em consequência de graves traumatismos, às vezes por um nada, a história do sujeito se bifurca e um personagem novo, sem precedente, coabita com o antigo. Um personagem irreconhecível, cujo presente não provém de nenhum passado, cujo futuro não tem porvir. Um monstro cuja aparição nenhuma anomalia genética permite explicar. Uma improvisação existencial. Dessa impossibilidade do retorno da identidade ferida a si mesma surge uma forma, nascida do acidente, nascida por acidente. O que é essa forma? Um rosto? Uma atitude? Um perfil psicológico? E que ontologia pode dar conta dela se a ontologia está desde sempre presa ao essencial e permanece cega à álea das transformações? Que história do ser pode explicar o poder plástico da destruição, da tendência explosiva da existência que ameaça secretamente cada um de nós? Prosseguindo sua reflexão sobre os choques psíquicos e cerebrais, Catherine Malabou nos convida a uma aventura filosófica e literária, em que Spinoza, Deleuze e Freud cruzam com Proust, Duras e Thomas Mann.


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Da mesma autora

Sobre a autora

Sur, de Veronica Stigger

SurA edição argentina de Sur, de Veronica Stigger, está à venda em nosso site. Com tradução ao castelhano de Gonzalo Aguilar, o livro traz “2035”, “Mancha” e “El corazón de los hombres”.

Quarta capa: “Veronica Stigger figura entre las escritoras más inspiradoras de este comienzo de siglo. Esto se debe, creo, a una gran sensibilidad que la hace capaz de leer el presente y encararlo narrativamente tal como él se presenta. Y se trata, precisamente, del modo de presentación, porque Veronica parece haber comprendido que el mundo contemporáneo, sus subjetividades y sus relaciones ya no pueden ser representados, pero sí presentados. De ahí la virulencia de sus textos que oscilan entre el humor y la infancia, la perversión y la risa. La autora se desliza en las redes del espetáculo y atraviesa cuestiones contemporáneas de máxima urgencia, al mismo tiempo que vacía los sentidos del mundo mostrando que ya no podemos partir exclusivamente de lo simbólico o de lo imaginario – de un lado el realismo, nuevo realismo o hiper-realismo, y del outro, el fantástico o el absurdo. Su literatura sería, antes, un índice de lo real. Por medio de una connotación trágica y cómica, Veronica intensifica la relación entre la literatura y la muerte. Tal vez así podamos comenzar a elaborar respuestas para permanecer vivos. Nuestros modos, nuestras modas, deberán ser repensados y analizados a la luz de la complejidad contemporánea para los cuales la ficción de Stigger parece imprescindible.” (Flávia Cera)

 

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Sopro 99

Sopro99

Sopro 99

Roussel, la vie, por Raul Antelo: texto apresentado no lançamento da tradução brasileira de Locus Solus.

A eterna traição dos brancos, por Antonin Artaud: “Por sua vez, essa concepção de moral da natureza e da vida – segundo a qual o homem sente em si mesmo sua própria vida como distinta da Natureza – corresponde a uma ideia dualista das coisas. E sempre vimos nascer o humanismo nas épocas que separaram o espírito da matéria e a consciência da vida. Tal concepção é europeia.”