Notícias do Dia: “Veronica Stigger fala das origens e das apropriações de sua literatura”

por Carolina Moura

A literatura de Veronica Stigger pode ser estranha, pode ser violenta, pode ser escatológica — mas vai sempre direto ao ponto. Como comentou Flávia Cera, da editora Cultura e Barbárie, no lançamento do novo livro da escritora, “Delírio de Damasco”, “a Veronica não tem metáfora!”. As frases coletadas na rua que ela apresenta nessa última obra, lançada na última quarta-feira em Florianópolis, são o extremo de sua escrita direta e concisa.

Prestes a publicar sua primeira narrativa mais longa — uma novela, pela Cosac Naify —Veronica continua a se reinventar. Segundo ela, o retrato do “estranho”, que move seu primeiro livro, “O trágico e outras comédias” (2004), foi sendo substituído por uma atenção ao gesto. Ela aponta isso no conto “Tristeza e Isidoro”, publicado em “Gran cabaret demenzial” (2007), em que a forma de peça de teatro rege o “balé” dos dois personagens centrais, presos nas ferragens de um carro, com as duas linhas de narrativa separadas — a do gesto, e a do diálogo.

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